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dinheiro_-ralo1O mundo capitalista vem sendo abalado por mais uma crise. Essa crise é ainda conseqüência da crise de 2008.
“Em 2008, os países capitalistas deixaram o sistema financeiro, o principal responsável pela crise intocado, agora, mais uma vez, tenta-se jogar nas costas dos trabalhadores o peso da crise. Fala-se em cortes de gastos sociais, redução de salários, etc., mas ninguém pune os grandes especuladores financeiros e os grandes grupos econômicos”, critica Edézio Lima, secretário de Imprensa e Comunicação do Sinap.
Entre os fatos mais visíveis dessa crise estão às manifestações, protestos e greves na Europa, principalmente na Grécia, na Espanha, Portugal, entre outros países. Nos últimos dias de julho, observamos também as tortuosas negociações entre os congressistas estadunidenses em busca de um acordo para a elevação do teto da dívida daquele país.
“De um lado estavam os democratas – explica Edézio – que queriam manter intocados os programas sociais voltados para a população pobre e os sistemas de pensões e benefícios sociais e aumentar os impostos dos mais ricos. Já a oposição republicana defendia cortes de gastos, principalmente nos programas sociais, e sem aumento de impostos.”
Segundo análise do sindicalista, essa crise acabou envolvendo todo o mundo, pois o poder global dos EUA internacionalizou tanto sua política quanto sua economia, o que acaba por confundir os conflitos externos do país com suas lutas internas, como se tudo fosse uma só extensão.

Brasil e a crise

Um dos reflexos diretos dessa crise, aqui no Brasil, pode ser observado pela valorização do real frente ao dólar, pois a moeda estadunidense perdeu força diante das demais moedas internacionais. Essa alta do real facilita as importações e viagens ao exterior, mas enfraquece a indústria local e o mercado exportador.
“Começamos a observar a chiadeira das indústrias, mesmo no setor papeleiro. O presidente da Suzano Papel e Celulose declarou preocupação com a elevação de custos e já mirou, como alvos prioritários, os dissídios coletivos e salários, muito mais do que valorização do real”, denuncia Edézio.
Ele, entretanto, salienta algumas incongruências no discurso patronal: “Ao mesmo tempo em que choram, eles mostram-se otimistas em relação às exportações e ao aumento de preços de produtos ainda no último trimestre do ano”.
De acordo com Edézio, o discurso da crise será mais uma vez usado para criar dificuldades nas negociações das campanhas salariais deste ano, mas a categoria papeleira não pode ceder e se resignar.
“Precisamos lutar e conquistar aumentos justos. Os patrões vêm lucrando muito e há muitos anos  às nossas custas, por isso, vamos lutar pelos nossos direitos e ganhos econômicos e sociais!”

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